
Este fim-de-semana fui confrontado com um desafio. Quem me conhece, sabe que gosto destas coisas. E, quem me conhece melhor, sabe que gosto ainda mais de passá-los aos outros. A provocação era simples. Escolher um filme para cada letra do alfabeto. O melhor filme, para essa letra. Dito assim, até parece fácil. A verdade é que foi necessário ir buscar uma folha e uma caneta. Só depois de rabiscar um bom bocado é que cheguei à lista definitiva, dada aqui a conhecer:
Annie Hall (Woody Allen, 1977),
Beleza Americana (Sam Mendes, 1999),
Casablanca (Michael Curtiz, 1942),
Do Céu Caiu Uma Estrela (Frank Capra, 1946),
Escândalo na Tv (Sidney Lumet, 1976),
Férias em Roma (William Wyler, 1953),
Glória de Pamplinas, A (Clyde Bruckman e Buster Keaton, 1927),
Heat – Cidade Sobre Pressão (Michael Mann, 1995),
Imperdoável (Clint Eastwood, 1992),
Jerry Maguire (Cameron Crowe, 1996),
Kill Bill – A Vingança (Quentin Tarantino, 2004),
Luzes na Cidade (Charlie Chaplin, 1931),
Mundo a Seus Pés, O (Orson Welles, 1941),
Não Dês Bronca (Spike Lee, 1989),
O Mais Selvagem Entre Mil (Martin Ritt, 1963),
Padrinho II, O (Francis Ford Coppola, 1974),
Quase Famosos (Cameron Crowe, 2000),
Rei Leão, O (Roger Allers e Rob Minkoff, 1994),
Silêncio dos Inocentes, (Jonathan Demme, 1991),
Taxi Driver (Martin Scorsese, 1976),
Um Amor Inevitável (Rob Reiner, 1989),
Vida é Bela, A (Roberto Begnini, 1998),
Walk The Line (James Mangold, 2005),
X-Men II (Bryan Singer, 2003),
Zodiac (David Fincher, 2007).
O repto está lançado. Parecendo que não, uma folha e uma caneta ajudam.