27 de julho de 2008

Que fique registado em acta, que isto vendeu 17 milhões.

Nem só de Cinema vivem os nossos guilty pleasures. Todos temos os nossos, nas mais diversas áreas. Incluindo a música. Agora, porque este é um espaço dedicado à sétima arte, escusar-nos-emos de revelar gostos menos consensuais por determinadas partituras que não tenham passado pelo grande ecrã. Fiquemo-nos por essas, que já não é nada mau. E, nestes últimos dias do mês de Julho, reconheço que uma, em particular, tem sido das mais tocadas no Mp4 – um número apenas, toda uma nova geração. Porque isto vive de fases. Aliás, o bom guilty pleasure é aquele que dispensamos bem, mas que, uma vez acolhido, vem com a força de um furacão. Não queremos outra coisa. No entanto, antes de avançarmos para mais uma partilha pessoal, gostaria que tirassem meio minuto do vosso tempo, para recordar todas as linhas escritas por este que se assina. Antes de transmitir as músicas mais ouvidas da última semana, gostaria que, se fosse possível, se agarrassem a alguma da credibilidade que estes textos possam ter transparecido, ao longo do último ano. Receio que isto possa ser o puxar do autoclismo a toda uma reputação, construída à custa de muito teclar. Contudo, até porque isto acarretará uma questão, o que é sempre positivo, vale a pena correr o risco.

A banda sonora de O Guarda-costas (Mick Jackson, 1992). Mais especificamente, as canções de Whitney Houston. As outras, ou não são guilty, ou não são pleasure. E, nestes últimos dias, ando agarrado nisto. Em casa, na rua, em viagem. Até a dormir, já sonhei ter jogado basket ao som de Run To You. O que é deveras preocupante. Até certo ponto, este texto pode ser o inconsciente a clamar por uma exteriorização terapêutica. Quem sabe? No entanto, verdade seja dita, até arranjei uma desculpa para me entregar às músicas de Whitney. Tentar descobrir qual a melhor. Ou, menos má, dependendo da perspectiva. Inicialmente, I Have Nothing. Actualmente, Run To You.

I Will Always Love You.
I Have Nothing.
I’m Every Woman.
Run To You.
Queen of the Night.
Jesus Loves Me.

A pergunta, depois dos links, fica no ar.

1 comentário:

Anónimo disse...

Estou, este momento, a olhar o sr. autor do Yada de lado. Então, depois de "tentar" ouvir as músicas... De qq forma (saindo em defesa da reputação de Alvy), entendo q há músicas q, mesmo simplórias ou cheias de tiques - seja nos arranjos ou na interpretação do cantor, resultam qd enquadram ou são enquadradas numa determinada cena. Nem q seja p tornar a "mensagem" mais clara. :p