18 de agosto de 2008

Spot olímpico.

A qualidade bootleg não dá para muito mais. Ainda assim, feita a ressalva, aqui fica o recente spot televisivo de The Curious Case of Benjamin Button, o próximo filme de David Fincher, com Brad Pitt, Cate Blanchett e Tilda Swinton. Para já, a expectativa continua a ser mais que muita. No entanto, como o /Film alerta, e bem, alguns contratempos parecem surgir nesta altura. Mais uma vez, segundo Anne Thompson, depois de Zodiac, Fincher volta a realizar uma obra demasiado longa. A malta do AICN disseca um pouco mais a questão, e diz mesmo que esta duração cansa o espectador. Que existe, inclusive, direito a repetição narrativa. Ok, assim já engolimos. Dizer que um filme sofre de duração excessiva, parece-nos demasiado subjectivo. Cada um sabe o que faz com o seu tempo e, se o raio da obra enche as medidas, não é por ter mais quarenta e cinco minutos que a casa vem abaixo. Assim de repente, com mais de duas horas e meia, recordo com extrema afeição O Caçador, Danças Com Lobos, O Resgate do Soldado Ryan, e o próprio Zodiac. Agora, se o tempo se deve a duplicações, já não é bem assim. Há que ver isso, sôr Fincher. Fora isso, se vier como o anterior, a gente agradece.

2 comentários:

Luís disse...

veremos o que aí vem...eu por acso achei que o zodiac tinha a duração certíssima

Roberto F. A. Simões disse...

A questão da duração excessiva dos filmes é deveras pertinente. Recordo casos como o d'O SENHOR DOS ANÉIS, que foi bastante criticado pelas três horas de cada um dos seus episódios e os filmes resultaram em obras-primas magistrais. Ou o caso de REINO DOS CÉUS, cujo o corte a que foi sujeito foi responsável pela mediocridade da versão que chegou aos cinemas - um filme mutilado ao ponto de atingir a incoerência e incompreensão narrativas. A versão alongada repôs justiça e o filme mostra o melhor do génio de Ridley Scott.

Visite já:
http://cineroad.blogspot.com/